Sete casas de primeira habitação, das quais duas de emigrantes, arderam no concelho de Sernancelhe, além de mais 39 casas devolutas.
A informação foi confirmada pelo presidente da autarquia, com Carlos Santos a defender que “as duas casas dos emigrantes que arderam, devem ser consideradas para apoios como se fossem casas de primeira habitação”.
Quanto às restantes habitações consumidas pelas chamas, e em especial às consideradas devolutas, o autarca considera que é necessário ter uma atenção especial sobre as mesmas, lembrando que acabaram por “colocar em risco as casas vizinhas”.
Carlos Santos lembra que a maioria estava “dentro do aglomerado urbano e como não tinham ninguém para as defender, para além de arderem, puseram em risco outras casas vizinhas habitadas. É algo que tem de ser olhado para o futuro, para resolver e para que no futuro essas casas não ponham em causa as outras”, indicou.
Neste sentido, disse que, possivelmente, só depois das eleições autárquicas, marcadas para 12 de outubro, é que o assunto será debatido, mas “terá de haver medidas reforçadas às existentes, de maneira a incentivar a recuperação” dessas casas.
O fogo que chegou a Sernancelhe teve origem em dois incêndios – um que deflagrou no dia 13 em Sátão (distrito de Viseu) e outro no dia 09 em Trancoso (distrito da Guarda), e que no dia 15 se tornou num só, afetando num total 11 municípios dos dois distritos.
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